Oração da Nandinha para a Didiga
ORAÇÃO PARA O AMIGO
Eu Te peço Papai do Céu, nesta singela oração, que eu seja fiel aos meus amigos. São poucos e impossível seria que fossem muitos. São poucos, mas são preciosos. Eu Te peço Papai do Céu, que eu não padeça do mal da inveja que traz consigo outros desvios, que humilha, maltrata e faz sofrer. Eu Te peço Senhor, que o sucesso do outro me impulsione a construir o meu. Eu Te peço Senhor, que eu seja leal, que eu saiba ouvir sempre e saiba quando é necessário falar.
Papai do Céu, eu sei que a regra de ouro da amizade consiste em não fazer ao amigo aquilo que eu não gostaria que ele fizesse a mim. E eu Te peço que eu seja fiel a essa intenção. Que eu tenha poucos amigos, mas amigos que permaneçam para sempre.
Obrigada Papai do Céu, por esse presente precioso que colocou em minha vida, a amizade dessa pessoa linda e abençoada que está lendo essa mensagem.
Obrigada pelo dom de viver e conviver. Obrigada Senhor, pela capacidade de amar, que é abundante e sem fim.
Amém.
FELIZ DIA DO AMIGO - 20/07/08


Eu Te peço Papai do Céu, nesta singela oração, que eu seja fiel aos meus amigos. São poucos e impossível seria que fossem muitos. São poucos, mas são preciosos. Eu Te peço Papai do Céu, que eu não padeça do mal da inveja que traz consigo outros desvios, que humilha, maltrata e faz sofrer. Eu Te peço Senhor, que o sucesso do outro me impulsione a construir o meu. Eu Te peço Senhor, que eu seja leal, que eu saiba ouvir sempre e saiba quando é necessário falar.
Papai do Céu, eu sei que a regra de ouro da amizade consiste em não fazer ao amigo aquilo que eu não gostaria que ele fizesse a mim. E eu Te peço que eu seja fiel a essa intenção. Que eu tenha poucos amigos, mas amigos que permaneçam para sempre.
Obrigada Papai do Céu, por esse presente precioso que colocou em minha vida, a amizade dessa pessoa linda e abençoada que está lendo essa mensagem.
Obrigada pelo dom de viver e conviver. Obrigada Senhor, pela capacidade de amar, que é abundante e sem fim.
Amém.
FELIZ DIA DO AMIGO - 20/07/08


Saudades da Vovó
Mensário*
Da série: Saudades da Infância
Os Saltimbancos é um musical infantil de Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov, com música de Chico Buarque, inspirado no conto Os Músicos de Bremen dos Irmãos Grimm.
Nesta história, um burro, um cão, um gato e um galo, maltratados pelos seus donos, abandonam-nos e decidem ir para Bremen, uma cidade onde conhecerão a liberdade.
No caminho, vêem luz numa casa; espreitam dentro e vêem quatro ladrões desfrutando do produto de seu roubo. Apoiados nas costas uns dos outros, decidem cantar, na esperança de serem alimentados. A sua 'música' tem um efeito inesperado: os homens fogem, não sabendo a origem de tão estranho som. Os animais tomam posse da casa, comem uma boa refeição, e deitam-se para dormir.
Durante a noite, os ladrões regressam e um deles entra na casa para investigar. Ao ver os olhos do gato brilhando no escuro, pensa que sejam brasas e inclina-se para acender a sua vela. Numa rápida sucessão de acontecimentos, o gato arranha-lhe a cara, o burro dá-lhe um coice, o cão morde-lhe e o galo afugenta-o porta fora, cacarejando.
O homem diz aos seus companheiros que foi atacado por monstros: uma bruxa horrível que o arranhou com as suas enormes unhas (o gato), um gigante que lhe deu uma paulada (o burro), e pior de tudo - um terrível demônio que gritou aos seus ouvidos (o galo). Os ladrões abandonam a casa às estranhas criaturas que dela se apossaram, onde os animais vivem felizes até ao final dos seus dias.
Em 1981, Os Trapalhões, dirigidos por J. B. Tanko, também lançaram sua versão, no longa Os Saltimbancos Trapalhões, considerado pelos críticos o melhor filme do grupo, e um dos doces momentos da minha infância.
Nesta história, um burro, um cão, um gato e um galo, maltratados pelos seus donos, abandonam-nos e decidem ir para Bremen, uma cidade onde conhecerão a liberdade.No caminho, vêem luz numa casa; espreitam dentro e vêem quatro ladrões desfrutando do produto de seu roubo. Apoiados nas costas uns dos outros, decidem cantar, na esperança de serem alimentados. A sua 'música' tem um efeito inesperado: os homens fogem, não sabendo a origem de tão estranho som. Os animais tomam posse da casa, comem uma boa refeição, e deitam-se para dormir.
Durante a noite, os ladrões regressam e um deles entra na casa para investigar. Ao ver os olhos do gato brilhando no escuro, pensa que sejam brasas e inclina-se para acender a sua vela. Numa rápida sucessão de acontecimentos, o gato arranha-lhe a cara, o burro dá-lhe um coice, o cão morde-lhe e o galo afugenta-o porta fora, cacarejando.
O homem diz aos seus companheiros que foi atacado por monstros: uma bruxa horrível que o arranhou com as suas enormes unhas (o gato), um gigante que lhe deu uma paulada (o burro), e pior de tudo - um terrível demônio que gritou aos seus ouvidos (o galo). Os ladrões abandonam a casa às estranhas criaturas que dela se apossaram, onde os animais vivem felizes até ao final dos seus dias.
Em 1981, Os Trapalhões, dirigidos por J. B. Tanko, também lançaram sua versão, no longa Os Saltimbancos Trapalhões, considerado pelos críticos o melhor filme do grupo, e um dos doces momentos da minha infância.
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Pit Stop do Marcelinho
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